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SOBRE CEMITÉRIOS E SÍMBOLOS: A REGIÃO DOS SEPULCROS CONTA A FÉ E CONTA O MUNICÍPIO DE FARROUPILHA/RS  escrito em sábado 20 junho 2009 20:24

Blog de madredeus :Mille Cose - Programa de Preservação do Patrimônio Cultural - Diretor: Prof. João Luís dos Santos, SOBRE CEMITÉRIOS E SÍMBOLOS: A REGIÃO DOS SEPULCROS CONTA A FÉ E CONTA O MUNICÍPIO DE FARROUPILHA/RS

João Luís dos Santos[1]

Resumo:

A pesquisa que está sendo desenvolvida no COLÉGIO ESTADUAL FARROUPILHA, no município de Farroupilha/RS, propõe-se a investigar a religiosidade dos descendentes de imigrantes italianos através do impacto sofrido frente à morte, das transformações e adaptações nos ritos funerários, da elaboração dos seus jazigos familiares nos cemitérios, das frases de despedida e da simbologia empregada nas lápides e no estatuário cemiterial, das cruzes e suas derivações, entre outros.

Trata-se de um projeto transdisciplinar, orientado pelo Prof. João Luís dos Santos, envolvendo Filosofia, Psicologia, História, Geografia, Sociologia e Ensino Religioso. O projeto compreende oficinas sobre cidadania, direitos e valorização da mulher e do idoso, tolerância às diferenças, motivação pessoal e trato interpessoal, work shop nos cemitérios do município, sob múltiplos olhares e inferências que dialogam com estudos histórico/sociológicos da realidade local, regional e brasileira, visão de estética e da arte, da arquitetura, da simbologia, índices/causas de morte na juventude, divisão geográfica espacial e social etc.

            Palavras-chave: Imigração Italiana, Morte, Cemitérios e Símbolos.

 

Os cemitérios trazem um universo de produções para o visual, para o “olhar”. Um arcabouço de olhares, leituras e sentimentos em cada elemento da composição tumular, fazendo através dele, que o espectador - vivo - seja impactado pela ação das idéias nele empregadas.

A pesquisa obstina um olhar sociocultural sobre a imigração italiana, e, o estudo da interação destes grupos sociais, observado nos jazigos farroupilhenses em interface com  outros cemitérios da região e do estado do Rio Grande do Sul.

“SOBRE CEMITÉRIOS E SÍMBOLOS: A REGIÃO DOS SEPULCROS CONTA A FÉ E CONTA O MUNICÍPIO DE FARROUPILHA/RS” foi o título escolhido para o projeto. Região[2], segundo a professora Heloísa Eberle Bergamaschi (2006), não significa apenas um espaço, mas “teatro das ações humanas” que “reproduz a totalidade social na medida em que estas transformações são determinadas por necessidades sociais, econômicas e políticas”. A região, como espaço dentro dos objetos sociais é o que tem maior imposição sobre o homem, estando presente no cotidiano do indivíduo a casa, a cidade onde mora, seu entorno, enfim tudo que o rodeia, aquilo que condiciona a prática dos homens e comanda sua prática social.

            Dessa forma, segundo a mesma autora, a sociedade e os indivíduos que habitam em determinada região se articulam de acordo com formas particulares de produção e com um conjunto de valores que definem seus padrões de comportamentos e de ideologia, convivência e identidade cultural.

            “SOBRE CEMITÉRIOS E SÍMBOLOS: A REGIÃO DOS SEPULCROS CONTA A FÉ E CONTA O MUNICÍPIO DE FARROUPILHA/RS” contempla-se com  as premissas de VOVELLE e ARIÈS acerca da morte. Segundo o VOUVELLE (1991), experimentamos todos, em nossas próprias atitudes em face da morte, um conjunto de representações e de comportamentos que remetem a estratificações diferentes. O mesmo diz ARIÈS quando destaca que a morte é exemplo ilustrativo da possibilidade de diferentes leituras coexistentes.

A morte é muitas vezes interpretada de momento nivelador e equalizador, que reduziria os homens ao mesmo destino, é segundo VOVELLE (1991) uma leitura apresada, pois nada há mais de desigual ou desigualitário do que a última passagem quando “Os vestígios que ela deixa são testemunhos para os ricos, porém muito menos para a massa anônima dos pobres”. Exemplo desta premissa é o estudo do geógrafo Eduardo Rezende (SP), ele vai nos elucidar sobre os enterramentos no cemitério paulista de Vila Formosa - São Paulo- ...”aos pobres resta apenas um lugar feio para ser enterrado[3]”.

            Buscamos resgatar “os traços socioculturais da morte e suas especificidades” VOVELLE (1991), nos jazigos de imigrantes italianos, em farroupilha/RS. Seguindo a idéia de VOVELLE, o cemitério é um dos locais essenciais de compromisso entre o discurso das igrejas e a prática espontânea dos fiéis. Neste caso focaremos o discurso, rito e costume católico principalmente. O cemitério é um lugar onde encontramos as vozes dos pósteros, da família, dos entes amados que nos amaram, lugar do testemunho anônimo e da presença das visões projetadas pelos vivos para o além-mundo.

Na leitura inicial dos cemitérios escolhidos para a pesquisa foi possível identificar a hierarquização da morte alertada por VOVELLE (1991), pois ao lado das fontes escritas, as iconográficas, (e neste projeto pesquisamos as cruzes) adquirem uma importância fundamental na interpretação da morte e na compreensão da História como  Processo.

“A história tradicional oferece uma visão de cima, no sentido de que tem sempre se concentrado nos grandes feitos dos grandes homens, estadistas, generais, ou ocasionalmente eclesiásticos. Ao resto da humanidade foi destinado um papel secundário na trama da história”. (BURKE, 1992)

            A História era vista como resultado exclusivo da ação heróica de príncipes, generais, reis, banqueiros e presidentes.

            Jacques Le Goff em sua biografia do rei francês Luis IX: “São Luis não caminha imperturbavelmente rumo a seu destino de rei santo, nas condições do século XIII e segundo os modelos dominantes de seu tempo. Constrói-se a si próprio e constrói sua época, tanto quanto é construído por ela. E essa construção é feita de acasos, hesitações, de escolhas”. (Le Goff, J. São Luis. Biografia. Rio de Janeiro: RC, 1999, p.23).

            Nos cemitérios também encontramos a presença da memória política, social, étnica e cultural da comunidade. Como o mundo Ocidental ergueu-se sobre a herança Greco/Romana nos nossos cemitérios. Esta herança aparece pela preferência do estilo clássico. Em Farroupilha podemos encontrar algumas destas características romanas nos  cemitérios:

            Catacumbas nas paredes: no cemitério municipal encontramos grande área com este tipo de sepultura, que crescem cada vez mais pelo número de pessoas que procuram este tipo de sepulcro.

            Mausoléu/Capela: encontramos principalmente na entrada principal do Cemitério Público Municipal de Farroupilha, pois são sepulturas mais antigas, quando este modelo era usado mais frequentemente.

            Estelas: algumas sepulturas apresentam uma lápide com inscrições ou informações sobre a pessoa ali sepultada.

            Colunas: alguns sepulcros apresentam variações de uma ou duas colunas que podem ser romanas (toscana e composta) ou gregas (Dóricas, Jônicas, Coríntia).

            Símbolos: é mais comum vermos anjos portando diversos componentes da simbologia pagã romana como flores (saudade), papoula (sono eterno), também podemos ver alguns componentes da simbologia romana dos primeiros cristãos tais como a cruz (salvação, fé) e o peixe (Cristo).

            O que um povo espera de uma nova terra?

            O que representa o desenho de duas retas que se cruzam?

            As vezes um pequeno símbolo, tem uma infinidade de significados para cada pessoa, e cada significado tem uma infinidade de explicações para existir.

            Os imigrantes italianos chegaram a região de Nova Milano e Farroupilha no ano de 1875 em busca de um recomeço numa nova terra.

Os italianos eram acima de tudo um povo de muita fé, que trouxeram consigo suas crenças, seus símbolos religiosos e contribuíram para transformar a cultura brasileira no que ela é hoje.

            “No momento em que os cemitérios preservam a memória das sociedades, também evidenciam os contextos sob o ponto de vista sócio-econômicos. No período  de 1889 a 1930, observamos uma profusão de túmulos que celebravam o enriquecimento da burguesia. Desse modo os túmulos expressam as diferenças sociais, através de obras suntuosas, marcando identidades particulares”. (THIAGO ARAÚJO, 2006)

            Segundo o mesmo historiador, “os cemitérios reproduzem a geografia social das comunidades e definem as classes locais. Existe a área dos ricos, onde estão os grandes mausoléus, a área da classe média, em geral com catacumbas na parede, e a parte dos pobres e marginais, constando apenas um número de classificação. A morte igualitária só existe no discurso, pois, na realidade, a morte acentua as diferenças sociais. As sociedades projetam nos cemitérios os  seus valores, crenças, estruturas sócioeconômicas e ideologias. Deste modo, a análise permite conhecer múltiplos aspectos da comunidade, constituindo-se em grandes fontes para o conhecimento histórico”.(THIAGO ARAÚJO, 2006)   

Segundo Tiago Araújo (2006) os túmulos podem demonstrar fontes de informações culturais, artísticas, sociais e ideológicas, de forma a analisar a construção de uma ou mais identidades culturais contidas nos cemitérios.

Sempre foi o desejo dos agraciados pelo sistema em distinguirem-se por uma marca (supostamente) “perene”; por um objeto de consagração e propaganda de seus feitos sociais e ou políticos - o Túmulo – pela intenção de comparar-se aos ilustres vultos da história Oficial.

Segundo Harry Bellomo (2000) no Brasil, durante o período colonial, a tradição determinava que os mortos fossem enterrados nas igrejas, o mais modestamente possível. A morte era vista em uma perspectiva de humildade, de simplicidade, de despojamento. Era a grande niveladora dos seres humanos, diante da qual todos os orgulhos e vaidades desapareceriam. Portanto, os túmulos colocados nas igrejas coloniais eram muito semelhantes: uma inscrição, uma lápide, às vezes um brasão para destacar a origem nobre da família do morto, eram suficientes. 

Apontando para um olhar sociológico sobre as obras de arte contidas nas necrópoles, Clarival do Prado Valladares em 1972 faz um levantamentodos principais cemitérios brasileiros e suas esculturas. Ele evidencia os cemitérios de São Paulo e Rio de Janeiro. Esta é a obra mais citada pelos pesquisadores do tema.

Maria Elízia Borges tem sua pesquisa voltada a produção do estatuário funerário no Brasil, analisa especificamente o trabalho dos marmoristas italianos na região de Ribeirão Preto no estado de São Paulo no período de 1890 a 1930.

O geógrafo Eduardo Rezende analisa as atividades sócio-espaciais e geográficas do cemitério de Vila Formosa em São Paulo, analisa a igualdade entre sexos e etnias nos sepultamentos. Segundo o autor, o cemitértio de vila Formosa é de aspecto símples, e de acordo com a consepção dada pelo poder público ele é de terceira classe, criando assim uma hierarquia social, onde os pobres saão enterrados em um lugar feio. Ou seja: os ricos podem ter diferenciações entre os monumentos funerários, mas os pobres conseguem no máximo uma cova onde se enterrar, o que gera a igualdade.

No Rio Grande do Sul, o estudo mais citado sobre o espaço cemiterial é a dissertação de mestrado em História (PUCRS-1988) do Professor Harry Rodrigues Bellomo, intitulada “A Estatuária Funerária em Porto Alegre – 1900 a 1950”. Bellomo analisa a produção da estatuária funerária na capital gaúcha, Porto Alegre, através dos ateliês e dos artístas, suas influências européias em relção ao contexto positivista. Bellomo cria um inventário tipológico da escultura funerária e os divide em três categorias que procuram estabelecer relações entre as obras funerarias e o seu contexto sócio-político, são elas:

Tipologia Cristã, engloba a transmição da mensagem cristã.

Tipologia Alegórica, envolve as obras alegóricas de sentimentos e de princípios religiosos.

Tipologia Cívico-Celebrativa que apresenta obras destinadas a celebrar a memória cívicade grandes vultos do mundo social, político e cultural de Porto Alegre.

Também organizado pelo Professor Bellomo, está a obra Cemitérios do Rio Grande do Sul, Arte, Sociedade e Ideologia. A obra traz uma coletânia de artigos sobre múltiplas abordagens aos cemitérios do Rio Grande do Sul.

Os historiadores Sérgio Silva e Viviane Saballa, na obra Pelotas: A Arte imortalizada;  utiliza da tipologia desenvolvida pelo Professor Bellomo para analisar o cemitério municipal de Pelotas. Do contexto histórico do periodo estabelecem uma relação do estatuário, os artistas e os ateliês.

O trabalho sobre o Estatuário em Porto Alegre do historiador Arnoldo Doberstein, inclui uma analise dos túmulos de expressão positivista no cemitério da Santa Casa de Porto Alegre.

Fora do Brasil existem estudos relevantes sobre cemitérios e suas implicações  nas diversas áreas do conhecimento. Segundo Tiago Araújo (2006) um exemplo é a “Association for Gravestone Studies”, sediada em Greenfield, Massachusetts, USA. A associação foi fundada em 1977 com finalidade de promover o estudo e a preservação dos túmulos. Define-se como uma organização internacional com interesse nos túmulos de todos os estilos. Através de suas publicações, conferências, oficinas e exibições, a AGS promove o estudo dos cemitérios nas perspectivas histórica e artística, expande a conciência pública do significado dos cemitérios, e incentiva indivíduos e grupos a estudar e preservar as necrópoles. 

 

 

 

 

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